Bruxelas

Jorge Luis Saint-Clair Campos - quinta-feira, 5 março , 2015

Futurecom

Jorge Luis Saint-Clair Campos - quinta-feira, 5 março , 2015

A música inesquecível do cinema

Jorge Luis Saint-Clair Campos - quinta-feira, 5 março , 2015
Bruxelles - Bruxellas
FuturaCom.
Cinema Paradiso

A Música Inesquecível do Cinema

 

Max Steiner, Dimitri Tiomkin, Miklós Rosza, Elmer Bernstein, Henry Macini, Maurice Jarre, Jerome Moross, Nino Rota, Ennio Morricone, Francis Lai, John Barry, Lalo Schifrin, Bernard Hermann, Riz Ortolani, Gianni Ferrio, Alfred Newman, Jerry Goldsmith, John Williams, James Newton Howard, James Horner, Danny Elfman, Bill Conti, Alan Silvestri, Hans Zimmer, John Debney, Alexandre Desplat.

Quem gosta de cinema já ouviu falar de alguns desses nomes acima. Ou, então, já os leu nos créditos iniciais ou finais de algum filme. Senão, pelo menos já escutou as músicas que acompanham o desenrolar das películas. Sim, são compositores de trilhas sonoras inesquecíveis do cinema.

Claro que existem outros grandes compositores de trilhas sonoras. Coloquei acima os meus preferidos. Alguém já disse que se Mozart, Beethoven ou Bach tivessem vivido no século XX, provavelmente teriam composto músicas para o cinema, assim, como em suas épocas, compuseram música para óperas.

Cinema e trilhas sonoras

Desde que comecei a ver filmes, me interessei pelas trilhas sonoras e sempre procurei saber os nomes dos compositores.  Para mim, é difícil desassociar alguns filmes de suas músicas. Não consigo imaginar Psicose de Alfred Hichcock sem os acordes assustadores de Bernard Hermann, ou ver Peter O’Toole caminhando pelo deserto em Lawrence da Árabia sem a música de Maurice Jarre, ou assistir Vivien Leigh e Clark Gable no clássico …E o Vento Levou sem a trilha de Max Steiner, ou Sean Connery como James Bond sem o tema original de John Barry, ou  ver Russell Crowe em Gladiador sem a trilha de Hans Zimmer. E isso me ocorre com outras películas. Às vezes, a música é tão boa que supera o filme.

Dos nomes que expus no primeiro parágrafo, tem dois compositores, aliás, dois maestros que me tocam mais: o italiano Ennio Morricone e o inglês John Barry.

Morricone e suas músicas

Morricone compôs centenas de trilhas sonoras e sua vasta obra é sempre lembrada e reverenciada por músicos e diretores como, por exemplo, Quentin Tarantino, que incluiu músicas suas em Kill Bill e Bastardos Inglórios. Não canso de ouvir as trilhas de Por Um Punhado de Dólares, Por Uns Dólares a Mais, Três Homens em Conflito, Era Uma Vez no Oeste, Quando Explode a Vingança, Os Abutres Têm Fome, Meu Nome é Ninguém, Cinema Paradiso, Os Intocáveis, A Rebelde, Era Uma Vez na América, A Missão, Malena, Lolita (versão de 1997), Cidade Violenta, Os Sicilianos, 1900, Cinzas no Paraíso, O Profissional, etc…

 

John Barry

O inglês John Barry é mais conhecido pelos temas de 007 e de Em Lugar do Passado. Mas, assim como Morricone, também tem uma obra prolífica e diversificada. Adoro ouvir as trilhas de Perdidos na Noite/Midnight Cowboy, Quando Setembro Chegar, Dança com Lobos, Minha Vida, Entre Dois Amores, Corpos Ardentes, O Leão no Inverno, O Especialista, The Persuaders (série de TV), etc…

Veja bem, não sou músico e, talvez, nem tenha um ouvido tão apurado. Tampouco, sou um cinéfilo arraigado, desses que sabe os nomes dos roteiristas e diretores e acompanha a vida dos atores fora das telas. Nem assisti a todos os filmes que menciono acima, mas ouvi todas as músicas. Sim, gosto de cinema e, principalmente, das trilhas sonoras. São composições que me atraem demais. Fico fascinado com o talento desses maestros compositores. Realmente, é preciso ter muito talento para compor esses temas magníficos que ficarão na lembrança de muitos espectadores de cinema, cinéfilos ou não, por muito, muito tempo…

Max Steiner 

 Maurice Jarre – Ghost

 

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